Blog do Fabio Jr

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domingo, 2 de março de 2014

As 10 frutas mais interessantes do mundo


Todos dizem que comer frutas é bom para sua saúde – especialmente sua avó e sua mãe. Mas será que até elas teriam coragem de comer algumas frutas como essas? Confira essa lista incrível e decida quais frutas você experimentaria e das quais passaria longe:


1 – Melancia cúbica
Durante anos os consumidores tentaram encaixar enormes e redondas melancias em suas geladeiras. Até que um fazendeiro japonês resolveu acabar com esses problemas, criando melancias dentro de caixas. As melancias cresciam e adotavam o formato de seu recipiente. Atualmente, elas são comercializadas até para fora do país, mas cada fruta custa cerca de 160 reais.
2 – Romã
Aqui no Brasil a Romã é muito comum, mas ela é nativa do Irã e da Índia. Foi cultivada no mediterrâneo antigo e, atualmente, é muito popular. Além de ter essa cara diferente, ela pode ser boa para sua saúde, já que está cheia de antioxidantes.
3 – Pitaya
A pitaya é a fruta de um tipo de cactus (Hylocerus) e também é conhecida como fruta-dragão. Para comer uma pitaya você deve cortá-la ao meio e comer a polpa crua da fruta, que lembra um pouco o kiwi. Você deve comer as sementes junto com a fruta, mas elas devem ser mastigadas, ou você, certamente, terá problemas na digestão. A fruta pode ser a matéria prima de vinhos e de outras bebidas.
4 – Kiwano
O melão-espinhoso, ou Kiwano, (Cucumis metuliferus) é um intermediário entre o pepino e o melão. Essa fruta acaba sendo mais usada como decoração do que como alimento, mas sua polpa é comestível.
5 – Carambola
Conhecida nossa, é uma fruta tropical. Seu sabor é difícil de ser descrito e é, muitas vezes, comparado com várias frutas juntas (limão, ameixas e abacaxi, por exemplo).
6 – Rambutan
É uma das frutas com a aparência mais estranha. Natural da Indonésia e das Filipinas, seu nome, literalmente, significa “cabeluda”. Seu exterior é roxo e cheio de “espinhos”. Já seu interior é similar ao de uma lichia. É muito aguada e tem uma enorme semente em seu interior.
7 – Ackee
Não, não é guaraná. Você pode perceber que os “olhos” do ackee são mais alongados e, com certeza, mais estranhos. É a fruta nacional da Jamaica – foi importada da África para lá em um navio de escravos e, desde então, é um dos mais famosos ingredientes em pratos caribenhos. Ela não pode ser inteiramente consumida, já que seu centro é muito venenoso.
8 – Magosteen
Conhecida como “a rainha das frutas tailandesas”, sua polpa é branca e macia enquanto sua pele vermelha é grossa e fibrosa. Dizem que seu sabor é muito doce e agradável. Elas aparecem apenas em alguns meses do ano – normalmente de maio a setembro.
9 – A “mão de Buda”
Já ouviu falar de dedos cítricos? A aparência dessa fruta lembra longos dedos com artrites – mas, normalmente, eles vêm em grupos maiores do que cinco. Normalmente, não se come essa fruta crua por ela ser muito azeda, mas sua parte comestível pode ser transformada em um doce cítrico ou então em licor. Por seu perfume, algumas pessoas também mantém a fruta em casa, para perfumar o ambiente.
10 – Urucum
Também conhecemos essa – o que não torna sua aparência menos estranha. O urucum é encontrado na Amazônia e foi levado daqui para o Sul da Ásia pelos espanhóis. Seu uso mais popular é a tintura – da fruta sai um forte pigmento vermelho.

sábado, 1 de março de 2014

Videos Motivacionais. Parte 2

















Os monstros de Chernobyl





Com níveis mortais de radioatividade, a usina de Chernobyl, na Ucrânia, é um dos lugares mais contaminados e perigosos do planeta. Mas nas ruínas desse inferno nuclear está nascendo uma criatura bizarra: um fungo que come radioatividade. Ou melhor, não apenas um: pesquisadores dos EUA descobriram que há 37 espécies mutantes crescendo em Chernobyl. Elas foram descobertas numa inspeção de rotina, quando um robô vistoriava o interior da usina e encontrou uma meleca preta crescendo pelas paredes do reator 4 – o mesmo que explodiu e provocou, em 1986, o pior acidente nuclear da história. Como é possível que, além de sobreviver à radiação, algum ser vivo consiga se alimentar dela? “Nossas pesquisas sugerem que os fungos estão usando um pigmento, a melanina, da mesma forma que as plantas usam a clorofila”, diz a cientista Ekaterina Dadachova. Ou seja: os fungos teriam sofrido mutações que os tornaram capazes de fazer uma espécie de “radiossíntese”, transformando radiação em energia. Dentro da usina, os fungos mais comuns são versões mutantes do Cladosporium sphaerospermum, que provoca micose, e a Penicillium hirsutum, que ataca plantações de alho. Mas como elas foram parar em Chernobyl? Afinal, o reator foi selado por uma caixa de concreto, o chamado “sarcófago”, após o acidente de 1986. “Os fungos penetraram pelas brechas”, acredita o biólogo Timothy Mousseau, da Universidade da Carolina do Sul. Será que, como num filme de terror, os monstrinhos atômicos podem sair da usina e se espalhar pelo mundo? Eles podem escapar do mesmo jeito que entraram, passando por brechas e rachaduras nas paredes. Mas, sem radioatividade para comer, não se dariam bem fora da usina. “Geralmente, os organismos que conseguem se sair bem em um local extremamente hostil têm dificuldades em outros ambientes”, diz Mousseau.

Você já ouviu falar em um instrumento chamado Sheng?


Instrumento chinês de 3 mil anos tem som idêntico ao de Super Mario Bros
Sheng simula com perfeição as notas tocadas em todas as músicas e os efeitos do game





Trata-se de um instrumento musical criado na China, no ano 1.100 a.C, que contém uma enorme quantidade de canos pelos quais saem o som – o que, de quebra, ainda dá a ele uma aparência peculiar que lembra uma mistura entre um órgão portátil e um clarinete.
Ok, ele pode não ser muito conhecido por aqui, mas os fãs “das antigas” do encanador mais famoso dos games certamente vão achar que reconhecem o som das notas tocadas por ele. Como você pode ouvir no vídeo acima, o Sheng possui um som praticamente idêntico ao das trilhas de fundo e dos efeitos usados no primeiro Super Mario Bros.
Mais surpreendente que isso, talvez, seja a dificuldade que aparenta ser a utilização de tal instrumento musical: além do enorme tamanho e do formato desengonçado, há uma quantidade considerável de “teclas” a serem pressionadas para fazer os mais diferentes sons. Seja como for, tanto trabalho parece recompensar bem.