Blog do Fabio Jr

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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Cursos na área de segurança

Estão abertas a partir desta segunda-feira (7), as inscrições para diversos cursos na área de segurança. Os interessados devem comparecer à sede da secretaria de Trabalho e Renda, na Rua Marechal Floriano, nº 255, em frente ao Jardim São Benedito, das 8h às 17h, para retirar o encaminhamento para conseguir um desconto de 20% nos cursos. Em seguida terão que se dirigir à sede de uma empresa particular, que vai dar o curso. A empresa fica localizada na Rua Sete de Setembro, nº 302, Centro, para fazer as inscrições.
São oferecidos os cursos de formação de vigilantes, reciclagem patrimonial, extensão em transporte de valores, reciclagem em transporte de valores, extensão em escolta armada, reciclagem em escolta armada, extensão em segurança pessoal privada, reciclagem de extensão em segurança pessoal privada, extensão em segurança de grandes eventos, treinamento para porteiros e vigias e supervisão.
Segundo a Secretaria de Trabalho e Renda de Campos, há uma demanda reprimida de profissionais na área de segurança no Balcão de Empregos.

Doce de leite ninho

Ingredientes:

400 grama de leite ninho
1 lata de leite de coco
Açúcar


Modo de Preparo:

Coloque o leite ninho em uma vasilha e aos poucos coloque o açúcar, misturando
Após misturar coloque o leite de coco aos poucos também, veja quando a mistura estiver bem concentrada, para ficar um doce bem durinho não coloca toda a lata de leite de coco
Após misturar toda a massa, você faz bolinhas com as mãos, assim como fazer brigadeiro e coloca no açúcar
Se preferir coloque na geladeira





Rachel Sheherazade será demitida do SBT ?

Pressionado por comissões parlamentares e pela ameaça de perder verbas publicitárias governamentais, o SBT decidiu retirar a comentarista do ar.


Cristã e conservadora, a jornalista Rachel Sheherazade não deve permanecer como âncora e comentarista do telejornal SBT Brasil. A informação do colunista do UOL, Ricardo Feltrin, é de que o SBT afastou Rachel por causa da pressão política e jurídica que vem recebendo.
Oficialmente, Rachel Sheherazade está em férias. Mas, como informou o colunista, ela já havia tirado férias em janeiro, ocasião na qual viajou a Paris e, de lá, participou de um hangout com o cantor Lobão para falar justamente do tema da liberdade de expressão no Brasil.
O SBT estaria sendo pressionado por comissões parlamentares e pela ameaça de perder mais de R$ 150 milhões em verbas publicitárias estatais. Com suas opiniões polêmicas sobre política e cultura, Sheherazade se tornou uma das vozes mais críticas ao governo Dilma.

Entenda o caso

As opiniões de Sheherazade sempre foram polêmicas. A mais controversa delas foi sobre a reação de populares no Rio de Janeiro que amarram um menor infrator a um poste. Para a jornalista, a reação dos populares é “compreensível” diante da ineficiência do Estado.
A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) fez representação junto à Procuradoria Geral da República(PGR) contra a jornalista. A deputada comunista solicita investigação, alegando que a âncora do ‘SBT Brasil” cometeu crime de apologia e incitamento à tortura e ao linchamento.
A representação foi aceita pela PGR. Além disso, Jandira Feghali e grupos de direitos humanos fazem pressão para que o SBT tenha suas verbas estatais suspensas até que o caso seja devidamente apurado e Rachel Sheherazade seja oficialmente afastada do programa.


Desenganos da vida humana, metaforicamente - Com análise

É a vaidade, Fábio, nesta vida,
Rosa, que da manhã lisonjeada,
Púrpuras mil, com ambição dourada,
Airosa rompe, arrasta presumida.
É planta, que de abril favorecida,
Por mares de soberba desatada,
Florida galeota empavesada,
Sulca ufana, navega destemida.
É nau enfim, que em breve ligeireza
Com presunção de Fênix generosa,
Galhardias apresta, alentos preza:
Mas ser planta, ser rosa, nau vistosa
De que importa, se aguarda sem defesa
Penha a nau, ferro a planta, tarde a rosa?


Análise 
No tocante à forma, o poema gregoriano em questão é um soneto petrarquiano (duas estrofes de 4 versos e dois tercetos de três versos), no qual o padrão das rimas pauta-se em: ABBA dos dois quartetos, CDE e DCD, no primeiro e segundo terceto, respectivamente. Ademais, por ser um poema que se adequa ao cultismo (um dos estilos da arte barroca), percebe-se que Gregório de Matos valeu-se da exploração do jogo de palavras, das metáforas, dos hipérbatos (inversões sintáticas), etc.
O “título do poema”, isto é, sua didascália, já informa ao leitor que o eu-lírico tratará dos desenganos da vida humana, valendo-se de metáforas. E, um desses desenganos, o qual será alvo do poeta no decorrer das estrofes, é a vaidade. Por isso, no primeiro verso, o sujeito lírico explica a Fábio os desenganos daqueles que se deixam tomar pela efêmera vaidade, que por si só em sua acepção, já remete a algo ligeiro; rapidez essa que também será tratada durante o decurso dos versos. Por isso, na primeira estrofe a vaidade é comparada a uma rosa vermelha, cheia de vida, que surge ambiciosa e orgulhosa. Interessante perceber que o eu-lírico vale-se de vários adjetivos para mostrar a vaidade dessa flor, ou seja, adorna os versos da primeira estrofe, barrocamente, isto é, emprega o excesso característico da arte barroca.
Na segunda estrofe, por seu turno, o eu-lírico, ao utilizar a expressão “planta de abril favorecida”, no primeiro verso, fala da mocidade que também não é  permanente, haja vista que o tempo corrompe-a. A vaidade é, então, metaforicamente, comparada a uma pequena embarcação, cuja empáfia é tão grande como o mar. Porém, esse barco, que abre as águas, navega vaidosa e rapidamente.
Na terceira estrofe, a vaidade é, desta vez, comparada com uma nau, uma embarcação bem maior, que também se jacta, é soberba e, além disso, é marcada pela rapidez.
Cabe ressaltar também que há uma gradação das metáforas usadas para representar a vaidade, posto  que o poeta parte de um algo menor, a rosa, passa pela galeota (embarcação menor, porém, logicamente, maior que uma rosa), até chegar a uma nau (grande embarcação).
No último terceto, o eu-lírico, que por meio das metáforas falou do orgulho e da vaidade, acentuando a todo momento que esta é ligeira, mostra de que nada vale a vaidade humana. A soberba é um desengano haja vista que tudo chega ao fim, assim como a nau que vai de encontro ao penhasco, a planta que é ferrada e a rosa que à tarde já não romperá mais airosa, pois também se finda.
Para findar, pode-se dizer que este poema de Gregório de Matos é marcado por uma reflexão moralizante, uma vez que mostra que a vida na terra é efêmera, passageira e ligeira, e, por isso,  o fim sempre está próximo.