Blog do Fabio Jr

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sábado, 9 de novembro de 2024

O que é o conhecimento, segundo grandes pensadores da humanidade

 O conhecimento.


Para Sócrates: Sócrates acreditava que o verdadeiro conhecimento começa com a admissão da ignorância. Ele dizia: "Só sei que nada sei". Através do método socrático, que envolve diálogo e perguntas rigorosas, ele acreditava que poderíamos nos aproximar da verdade ao desmontar preconceitos e ideias falsas, promovendo uma compreensão mais profunda dos conceitos.


Para Platão: Platão, aluno de Sócrates, acreditava que o conhecimento verdadeiro provém do mundo das ideias, também conhecido como mundo das formas. Em "A República", ele utilizou o famoso exemplo da "Alegoria da Caverna" para explicar como o mundo físico é simplesmente uma sombra do mundo real das ideias. Nesta alegoria, os prisioneiros acorrentados em uma caverna veem apenas sombras projetadas nas paredes, acreditando que essas sombras são a realidade. Somente ao se libertarem e saírem da caverna, eles podem ver a verdadeira luz do sol, que simboliza o conhecimento e a verdade, acessíveis através do raciocínio filosófico. Platão também desenvolveu a teoria das formas, onde as ideias são entidades abstratas que existem independentemente do mundo material e que representam a verdadeira realidade.


Para Aristóteles: Aristóteles, aluno de Platão, acreditava que o conhecimento provinha da experiência sensorial e da observação. Ele defendia a ideia de que a mente humana pode compreender o mundo ao coletar e analisar dados, baseando suas conclusões em evidências empíricas. Aristóteles também desenvolveu a metodologia científica baseada na lógica e na análise cuidadosa dos fenômenos naturais, propondo que o conhecimento pode ser adquirido de forma sistemática através da indução e dedução. Além disso, ele introduziu as quatro causas (causa material, causa formal, causa eficiente e causa final) como um meio de explicar os fenômenos naturais de maneira abrangente.


Para Descartes: Descartes, o famoso filósofo francês, disse a famosa frase: "Penso, logo existo". Ele acreditava que o pensamento e a dúvida eram a base do verdadeiro conhecimento. Para ele, a razão é a ferramenta básica para alcançar o conhecimento. Descartes enfatizou a importância do método cartesiano, que envolve a dúvida metódica e a análise crítica como meio para alcançar a verdade.


Para Immanuel Kant: Kant tentou conciliar razão e experiência. Ele acreditava que o conhecimento surge da interação da mente com o mundo físico e que temos limites ao que podemos saber. Ele dizia que há coisas que a mente humana não pode compreender plenamente, chamadas de “a coisa em si mesma” (noumenon), enquanto o que percebemos são os fenômenos. Para Kant, a estrutura da mente humana molda nossas experiências, e o conhecimento é limitado pelas capacidades e categorias da mente.


Para John Locke: John Locke, o filósofo inglês, acreditava que a mente humana era uma tábua rasa (tabula rasa) e que o conhecimento provém da experiência sensorial e da interação com o mundo exterior. Ele argumentava que todas as ideias e conhecimentos são derivados da experiência, seja através da percepção direta ou da reflexão sobre essas percepções.


Para David Hume: Hume duvidava da possibilidade de alcançar um conhecimento verdadeiro e absoluto. Ele acreditava que nosso conhecimento se baseia na experiência e no hábito, e que a mente não pode alcançar uma certeza absoluta. Hume argumentava que as nossas percepções e ideias são apenas associações baseadas na experiência repetida, e questionava a validade da causalidade e da indução.


O que você acha?


Quer você acredite que o conhecimento provém da razão ou da experiência, compreender esses pontos de vista pode abrir novos horizontes em seu pensamento.





domingo, 3 de novembro de 2024

10 Erros Comuns em Entrevistas de Emprego que Você Deve Evitar:


 Falta de pontualidade: Chegar atrasado mostra desrespeito pelo tempo dos outros.

Vestimenta inadequada: Sua aparência reflete sua profissionalidade.

 Não pesquisar sobre a empresa: Demonstre interesse e conhecimento sobre a organização.

Linguagem corporal fechada: Mantenha uma postura aberta e confiante.

Falar mal de empregos anteriores: Foque em suas conquistas e aprendizados.

Não ter perguntas: Demonstre interesse na vaga e na empresa.

Mentir sobre suas qualificações: A verdade sempre vem à tona.

Usar o celular durante a entrevista: Mantenha o foco na conversa.

Não saber o que falar sobre si mesmo: Prepare um resumo conciso sobre sua carreira.

Não agradecer pela oportunidade: Demonstre gratidão e profissionalismo.

Dica extra: Pratique suas respostas antes da entrevista. Isso te deixará mais seguro e confiante.





A Lenda dos Templários no Brasil


A teoria de que os cavaleiros templários chegaram ao Brasil antes dos portugueses é uma narrativa cativante, permeada por mistério e intriga. No entanto, ao mergulharmos nas fontes históricas, encontramos mais perguntas do que respostas concretas.

Por que a teoria persiste?

O fascínio pelos templários: A ordem dos templários, com seus rituais secretos, riqueza e enigmático fim, sempre despertou a imaginação popular.

A busca por tesouros perdidos: A lenda de que os templários esconderam grandes tesouros em diversas partes do mundo alimenta a busca por pistas e evidências.

A conexão com a Ordem de Cristo: A forte ligação entre a Ordem de Cristo, que patrocinou a expedição de Cabral, e os templários fortalece a ideia de uma possível influência templária na colonização do Brasil.

Desvendando os mitos

Embora a teoria seja tentadora, as evidências históricas são extremamente escassas e muitas vezes baseadas em interpretações subjetivas.

Falta de registros: Não há documentos contemporâneos que comprovem a presença de templários nas Américas antes dos europeus.

Dificuldade das viagens: As viagens transatlânticas eram empreitadas complexas e arriscadas, exigindo recursos e conhecimentos náuticos que os templários, mesmo com suas supostas habilidades, dificilmente possuíam em número suficiente.

Interpretações duvidosas: Muitas das evidências apresentadas, como símbolos e construções, podem ser explicadas por outras influências culturais e históricas.

A Ordem de Cristo: Um elo importante

A Ordem de Cristo, sucessora espiritual dos templários, desempenhou um papel fundamental na colonização do Brasil. Muitos de seus membros eram ex-templários, levando consigo conhecimentos e rituais da antiga ordem. Essa conexão histórica pode explicar a presença de alguns símbolos e tradições que remetem aos templários no Brasil colonial.

Conclusão

A teoria dos templários no Brasil é uma narrativa fascinante, mas que carece de embasamento histórico sólido. É importante separar fato de ficção e analisar as evidências com um olhar crítico. A ausência de provas concretas e a dificuldade em conciliar a teoria com os conhecimentos históricos disponíveis nos levam a concluir que a presença dos templários no Brasil antes dos portugueses, embora romanticamente atraente, permanece no reino da especulação.




GEOGRAFIAS PRÉ-COLOMBIANAS



No período anterior à chegada de Cristóvão Colombo à América,  em 1492, o continente abrigou três grandes civilizações. 


Assim, os Incas, os Maias e os Astecas foram civilizações pré-colombianas que habitavam o atual continente americano em diferentes épocas. São conhecidas por representarem grandes impérios com complexos sistemas organizacionais e culturais.


Esses povos surgiram antes do aparecimento dos primeiros europeus em terras americanas, por isso são classificados como pré-colombianos (referência à Cristóvão Colombo, um dos primeiros exploradores da Europa a chegar às Américas).


Atualmente, muitas pessoas confundem a localidade e o período em que cada uma dessas civilizações surgiu, assim como as suas particularidades, por exemplo.


A construção e o desenvolvimento de complexas organizações sociais, econômicas e políticas, além das grandiosas obras arquitetônicas, são algumas das características em comum entre os maias, os astecas e os incas.


Diferenças entre os Incas, Maias e Astecas

A civilização Maia surgiu por volta do ano 2.500 antes de Cristo, atingindo o seu ápice de desenvolvimento entre os séculos VIII e IX. Nessa época, os maias dominavam a atual região sul do México, a Guatemala, El Salvador, Honduras e Belize.


Já os Incas habitavam a região da Cordilheira dos Andes, na América do Sul, onde atualmente estão localizados o Peru, o Chile, o Equador e a Bolívia.


O império Inca teria surgido por volta de 3 mil anos antes de Cristo e resistiu até meados do século XVI, com a chegada dos invasores europeus. Mesmo sendo tão antiga, o desenvolvimento da cultura inca só se intensificou a partir do século XIII.


Os Astecas, por sua vez, são os mais “novos” e os que tiveram o menor tempo de existência. Surgiram em meados do século XIV e entraram em declínio no século XVI, quando o seu território começou a ser atacado por invasores espanhóis.


Ao contrário dos Astecas e dos Maias, os Incas não desenvolveram um padrão de escrita. No entanto, criaram um elaborado sistema matemático baseado em nós distribuídos ao longo de diferentes cordas.


Outra particularidade dos Incas é a sua língua oficial: o quéchua, que nos dias de hoje continua a ser utilizado em diversas localidades do Peru.


Os Maias não possuíam um idioma oficial, mas sim diferentes dialetos. Os Astecas, por sua vez, falavam o nahuatl.


Na sociedade maia não existia a mobilidade social, ou seja, os membros das classes mais baixas não conseguiam ascender a patamares sociais mais elevados. Porém, a ascensão social era possível entre os povos.