Blog do Fabio Jr

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quinta-feira, 21 de maio de 2020

Todos os estágios da vida de um estudante de matemática

Gráfico levando em consideração os estágios/ aprendizados, que o estudante de matemática adquire durante sua vida acadêmica e profissional.





sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Fotos antigas de Cajati-SP

Fotos de 1950 de Cajati-SP, cidade da região do Vale do Ribeira:




Escola Cajatão



Secretaria cultural





Centro da cidade em 1950



Quem tiver mais fotos, favor nos enviar.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Você sabe para que serve aquele furinho na lateral da caneta BIC?

Entenda um pouco da história de um dos objetos mais vendidos do mundo e desvende esse pequeno mistério.

As canetas BIC são um sucesso, para dizer o mínimo. Todos os dias, milhares delas são vendidas ao redor do mundo. Não é à toa que é possível encontrar uma dessas canetas onde quer que você vá. Sem contar que sempre temos uma na bolsa, no escritório, na escrivaninha e por aí vai... Mastigadas, quebradas ou até mesmo sem a tampa, sempre tem uma caneta BIC por perto, não é mesmo?!
É divertido pensar que a motivação para criar uma caneta esferográfica veio de László Bíró, um jornalista húngaro que estava cansado de encher canetas tinteiro e ter de esperar que a tinta secasse após a escrita. E a ideia para a invenção veio no dia em que ele viu uma bola rolar sobre uma poça d’água, deixando um rastro de água por onde passava. A partir daí, ele se reuniu com seu irmão György, que era químico, para inventar uma versão comercialmente viável do objeto.
Em 1938, os irmãos Bíró patentearam o design que trazia como diferencial uma pequena bolinha na ponta, que rolava e liberava a tinta do cartucho. Embora tenham existido versões anteriores de canetas esferográficas, boa parte delas não fez sucesso por apresentar vazamentos, ressecamento e problemas na distribuição de tinta. Dois anos depois, os irmãos começaram a licenciar o design para fabricantes dos Estados Unidos e da Inglaterra e em pouco tempo a história das canetas BIC teve início.

O segredo dos furinhos

Em 1950, o fabricante de canetas francês Marcel Bich lançou sua primeira versão sob a licença dos irmãos Bíró. Como precisava dar um nome para seu produto, o empresário adotou o próprio sobrenome com uma pequena diferença e criou a “BIC Cristal”. Além disso, ele resolveu mais algumas falhas que o design ainda apresentava e deu início à produção em massa e de baixo custo.
Para controlar melhor o fluxo, Bich investiu em tecnologia suíça para conseguir uma esfera que permitisse que a tinta corresse livremente. Além disso, ele alterou a viscosidade do produto para evitar vazamentos e ressecamentos. Foi nesse momento também que surgiu o furinho enigmático que fica na lateral de todas as BICs.

Por mais inútil que pareça, esse furo serve para igualar a pressão atmosférica dentro e fora da caneta. Sem ele, não seria possível usar o objeto dentro de um avião ou no topo de um prédio bem alto, por exemplo. A diferença na pressão faria com que a caneta estourasse — e todo mundo sabe a sujeira que isso faz. Por esse motivo, os pilotos britânicos e americanos utilizaram largamente as canetas esferográficas durante a Segunda Guerra Mundial, por ser o único objeto com que se podia escrever com segurança no ar, o que também ajudou a popularizar o produto.
De acordo com o site da BIC, cerca de 90% das canetas produzidas hoje contam com esse recurso para evitar vazamentos. Mas as BICs ainda têm mais um furinho enigmático: em 1991, as canetas também ganharam uma abertura na tampa. Mas, dessa vez, o furo não tem como objetivo melhorar o funcionamento do objeto, e sim aumentar a segurança de seus usuários. As tampas têm um furo na ponta em cumprimento a uma medida de segurança internacional que pretende diminuir o risco de que crianças (e os adultos que costumam mastigar canetas BIC também!) se sufoquem com a peça, já que o furo permite a passagem de ar caso a tampa seja engolida. 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Congestionamento no trevo da Castelo, Aldeia da Serra



Os motoristas que utilizam o trevo da rodovia Castelo Branco, na altura da entrada de Aldeia da Serra - Barueri - SP, estão sofrendo com congestionamento no transito, a via que naturalmente já vive com transito pesado, sofre ainda mais com a imprudência de alguns motoristas, que estacionam seus caminhões em uma das mãos.
Nenhuma viatura de policia é vista no local, enquanto isso os cidadãos vão sofrendo, com este problema sério.
Até quando?

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

A ROTA em 1987

Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar

Vejam no vídeo abaixo como era a ROTA em 1987, a elite da policia paulista.



E na imagem abaixo como são os carros hoje.