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sábado, 9 de abril de 2011

Kleber se compara a Tevez e quer seleção e aposentadoria no Verdão

Autor de 11 gols em 20 jogos, referência do líder do Campeonato Paulista e eleito por Luiz Felipe Scolari o melhor atacante do Brasil, Kleber está tão satisfeito no Palmeiras que, aos 27 anos, já projeta encerrar a carreira no clube. Mas, antes disso, a ideia é chegar à seleção. Com o mesmo estilo que um famoso atacante argentino.

"Eu tenho um estilo próprio, diferente dos outros. Eu me acho parecido com o Tevez, um jogador que não deixa o zagueiro respirar e tem qualidade", comparou o Gladiador ao SporTV, lembrando que, desde sua volta ao Brasil em 2008, sempre se destacou, tanto pelo Verdão quanto pelo Cruzeiro.
"Sempre mantive uma média boa de atuações. Fiz gols no Palmeiras, mais gols no Cruzeiro e agora ainda mais. Venho mantendo minha qualidade", opinou o atacante. Hoje, ele nem sofre mais com as expulsões e ainda lamenta o fato de não ter completado o segundo jogo contra o Comercial, do Piauí, no Pacaembu, pela Copa do Brasil.
"Sabe quando você sente que vai marcar gol? Eu tinha certeza. Mas saí machucado com 15 minutos de jogo", relembrou ele, que, no entanto, não crê que a saída prematura daquele jogo, impedindo-o de aumentar sua média, o atrapalha no caminho à seleção. "Tenho que continuar trabalhando. A seleção brasileira é um sonho."
Sem nunca ter sido convocado para a seleção principal, Kleber, campeão mundial sub-20 com o Brasil em 2003, está plenamente bem com sua situação no Palmeiras. A pretensão do Gladiador, que tem contrato com o Verdão até junho de 2015, é não trocar mais de equipe.
"Essa é a minha intenção. Vamos ver se fico. É o clube que aprendi a gostar, respeitar. Cheguei em 2008 e fui muito bem recebido, muito bem tratado. Mas é claro que tenho que receber por isso. È o meu trabalho", ponderou o ídolo da torcida palmeirese.
Felipão não se mete - Se Kleber deseja chamar a atenção de Mano Menezes e ser lembrado nas próximas convocações, tem todo o apoio de seu treinador no Palmeiras. Mas não espere que o chefe, ex-técnico do Brasil e de Portugal, faça campanha.
"Eu tinha uma raiva quando treinadores falavam quem tem que ir. Só o Mano tem que escolher, dentro da filosofia dele. Ele está lá para isso e não vai escolher o pior. O resto fica quieto, faz seu trabalho de casa e pronto", ensinou Scolari.

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